É uma consequência natural quando o negócio se torna deficitário.
Por outro lado, a aposta nos "Digital Music Systems" é um passo em frente rumo ao futuro.
A aposta mantida no vinil é um negócio de oportunidade. Um dia acabará também.
Receiver Marantz 6004; Leitor Marantz CD5003; Leitor BR Sony 550; Media Player Popcorn C200; Colunas Frontais Monitor Audio RS1; Display Panasonic 50PZ81.
Eles neste momento já estão a disponibilizar os master records de alta definição do seu catálogo, vai daí o leitor de cd é já filho de um Deus menor.
O Vinil continuará enquanto vender como é óbvio.
Já estou também a trabalhar no meu sistema de disponibilização de música via PC, é o futuro, ou será já o presente.![]()
TETRA
É o futuro, sim .. ou pelo menos o início do futuro.
O futuro hoje ainda é feito de demasiadas peças.. media players com discos rígidos, PCs disfarçados de media centers, streaming por cabo ou pelo ar, DACs pelo meio, isto é, demasiados componentes ainda.
Eu olho para o futuro e vejo pequenos zingarelhos do tamanho de um isqueiro com a nossa colecção integral de música, filmes e fotos. Liga-se a um aparelho em casa (Digital System) e voilá temos tudo ao alcance do nosso dedo. Queremos comprar mais conteúdos, vamos à loja e carregamos no nosso zingarelho o que comprarmos. Queremos fazer download da net, ligamos o zingarelho ao nosso telemóvel, ou ligamos ao PC, ou ligamos ao DS e já lá mora. Pegamos no zingarelho e ligamos ao DS que temos no carro e dá para ouvirmos a nossa música ou por os miúdos a ver os seus filmes. Vamos de férias e ligamos esse mesmo zingarelho no avião, no hotel, ou a um media player móvel (um qualquer ipod de 15ª geração) quando estivermos na praia ou a levar uma grande seca num qualquer museu que a nossa cara metade resolveu que era fixe ver. O trabalho está uma seca ? pois lá vai uma músiquinha para inspirar, basta ligar o zingarelho ao PC do trabalho ...
O futuro é o zingarelho![]()
Receiver Marantz 6004; Leitor Marantz CD5003; Leitor BR Sony 550; Media Player Popcorn C200; Colunas Frontais Monitor Audio RS1; Display Panasonic 50PZ81.
O futuro é o nosso grau de audição ir para graduações algo suspeitas.
É ouvir a música propriamente dita enquanto as orelhas permitirem e deixar-mos os investigadores tratarem do resto.
No futuro metem-nos um chip na tola como simulador de high end em acústica perfeita o tema que desejamos.![]()
A pessoa---»A música---»O espaço---»O sistema áudio
desculpem lá mas isso é retrocesso. nunca vai ter a qualidade audiófila do vinil, vamos perder o "prazer" de lavar o disco com produtos e equipamentos adequados, limpar o disco, ajustar o braço, limpar a cabeça, eliminar aquele som pungente da "batata frita", levantarmo-nos de 20 em 20 minutos para ir mudar o lp.
a humanidade caminha para o fim meus amigos......
Não sei se a humanidade caminha para o fim...mas o vinil está de volta contra todas as previsões... para não falar no stereo...
Embora a decisão da Linn, neste momento, seja aparentemente lógica... não deixa de ser arriscada...
vejam o que aconteceu com as grandes marcas japonesas no homecinema... a maioria abandonou e stereo, para agora regressar a toda a força...
o CD, à semelhança do vinil, pode muito bem ainda surpreender o mercado...com o parque de leitores instalado, não prevejo a sua morte assim tão rápida como alguns vaticinam
e depois, quer queiramos ou não, o que a industria pretende são sistemas anti-cópia...e os downloads são tudo menos isso !
não sei porquê mas acredito mais num futuro em que a musica é disponibilizada em streaming () ou então em formatos fisicos tipo vinil ou blu.ray audio, ou whatever, desde que não seja possível copiar fácilmente
entretanto a decisão da Linn pode estar relacionada com a falta de competitividade dos seus leitores... bons, mas caros... num mercado onde sabemos existem propostas boas, mais baratas e mais fáceis de replicar...
Mas qual o risco de acabar com um segmento de negócio que (muito provavelmente) não é rentável ? Risco seria não acabar com ele.
A anti-cópia .. é uma falácia. Provavelmente o único formato que não é posivel copiar (SACD) é o que se vê em termos de sucesso. Todos os outros formatos hoje em dia são copiáveis. Todos os que aparecerem é também uma questão de tempo.
Receiver Marantz 6004; Leitor Marantz CD5003; Leitor BR Sony 550; Media Player Popcorn C200; Colunas Frontais Monitor Audio RS1; Display Panasonic 50PZ81.
Receiver Marantz 6004; Leitor Marantz CD5003; Leitor BR Sony 550; Media Player Popcorn C200; Colunas Frontais Monitor Audio RS1; Display Panasonic 50PZ81.
Isto em 2006/2007, nem imagino quanto aumentou este último ano que se vêm as prateleiras das Fnacs a crescer e as lojas online atafulhadas deles, imagino que este natal vai ser retro...A RIAA (Associação Americana da Indústria Fonográfica) divulgou nesta semana os números de vendas de música em 2007 nos EUA.
Em meio a resultados que indicam o crescimento da comercialização de música pela internet, o número de discos de vinil vendidos em 2007 no país norte-americano chega a 1,3 milhão, um aumento de 36,6% em relação a 2006, quando 900 mil discos foram comercializados.
A arrecadação total decorrente da venda de LPs no último ano beirou os US$ 23 milhões, 46,2% a mais do que em 2006, quando a indústria faturou US$ 15,7 milhões.
Muito provavelmente o ano passado no mesmo período de tempo vendeu metade disso, este ano vendeu essa quantia, a continuar assim poderá vender ainda mais para o ano, o investimento para essa tecnologia é zero pois ainda têm as linhas de produção de vinil, quem não tem manda fazer a quem tem, quem compra o vinil não será para o copiar , parece-me simples negocio de toma lá dá cá, enquanto vender é produzido, quando deixar de vender volta para as mãos de meia dúzia de editoras revivalistas especializadas no mundo audiofilo que foram as que o ainda mantiveram vivo até agora.
TETRA
Não é risco nenhum...é uma opção duvidosa...
repara apenas num exemplo o da Sony...o que é a Sony hoje ? em termos de audio de qualidade, nada
Sony é PS3, PSP e pouco mais... nem os ecrâns de LCD são tecnologia própria... para quem dominava o mercado com os saudosos "black trinitron"
salvam-se os leitores blu-ray, que parece, são jeitosos
a questão aqui, é que se a Linn agora deixa de produzir os leitores de CD, amanhã podem ser outras àreas...
para nós consumidores, é igual... há mais marcas
A anti-cópia não é uma falácia... a tua opinião, é a visão típica do ponto de vista do consumidor...mas as editoras se pudessem... nada era copiado !
quanto ao SACD, não teve sucesso por variadíssimos factores que não estão apenas relacionados com a questão da cópia ou do apoio das editoras...
então e downloads piratas, hein? devem ultrapassar a soma dos 3 formatos![]()
- Sim, a venda de vinil aumentou 50% relativamente ao mesmo período de 2008, e aumentou todos os anos dos últimos 10... mas ainda é menos de 1% do total das vendas de música. Não percebo o teu argumento.
- O investimento para fazer vinil é, no mínimo, sempre, superior ao investimento para fazer CD. Economia básica, olha para as quantidades... As linhas de produção além do mais estão velhas (a última que se criou de raíz para o efeito terá sido nos anos 80 e a manutenção é muito cara, e poucos a sabem fazer). Não percebo o teu argumento.
- "enquanto vender é produzido"... aplica-se a TUDO, CD's, downloads, etc... o que é que isto é suposto significar? Não percebo o teu argumento.
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